{"id":9992,"date":"2017-08-16T11:22:29","date_gmt":"2017-08-16T14:22:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.clebinho.pro.br\/?p=9992"},"modified":"2022-07-20T10:16:35","modified_gmt":"2022-07-20T13:16:35","slug":"175-jurandyr-ross","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/?p=9992","title":{"rendered":"175. Relevo Brasileiro: Jurandyr Ross"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Em nosso <a href=\"https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp\/?p=9943\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00faltimo texto<\/a> abordamos as duas primeiras classifica\u00e7\u00f5es do relevo brasileiro, produzidas pelos professores Aroldo de Azevedo e Aziz Ab\u00b4Saber. Ainda est\u00e3o em uso, entretanto, uma classifica\u00e7\u00e3o mais moderna foi produzida, sendo atualmente a mais utilizada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Jurandyr Ross<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1989 foi divulgada a classifica\u00e7\u00e3o mais atual de\u00a0nosso relevo, pelo menos at\u00e9 o presente momento, produzida pelo ge\u00f3grafo Jurandyr Ross. Como ela foi gerada em um momento mais moderno de nossa hist\u00f3ria contou com aparatos tecnol\u00f3gicos que n\u00e3o existiam no momento de confec\u00e7\u00e3o das outras classifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<div id=\"attachment_9979\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Tsar.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-9979\" class=\"wp-image-9979 size-medium\" src=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Tsar-300x225.gif\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9979\" class=\"wp-caption-text\">O projeto Radambrasil foi desenvolvido pelo governo brasileiro para mapear e conhecer melhor nosso pa\u00eds, a partir de imagens de radar e outros sensores remotos. Imagem: Internet<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ross se baseou nas imagens produzidas pelo impressionante projeto Radambrasil (escreve\u00a0com b min\u00fasculo). Entre 1970 e 1985, no per\u00edodo militar, avi\u00f5es com radares cobriram todo o territ\u00f3rio brasileiro, mapeando toda a superf\u00edcie, incluindo suas eleva\u00e7\u00f5es e depress\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De posse deste imenso trabalho, Ross conseguiu produzir a mais completa classifica\u00e7\u00e3o do relevo de nosso pa\u00eds, atualmente considerada a mais\u00a0criteriosa. Para tanto, levou em considera\u00e7\u00e3o a origem geol\u00f3gica do local (morfoestrutura) e a a\u00e7\u00e3o do clima, tanto no passado (paleoclima) como atualmente (morfoclima). Tamb\u00e9m foi levado em considera\u00e7\u00e3o a quest\u00e3o morfoescultural, ou seja, a forma do revelo moldada pelos agentes externos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nosso relevo ficou dividido entre planaltos, plan\u00edcies e depress\u00f5es. No Brasil, s\u00f3 temos depress\u00f5es relativas, ou seja, mais baixas que seu entorno, n\u00e3o apresentando depress\u00f5es absolutas, mais baixas que o n\u00edvel do mar.<\/p>\n<div id=\"attachment_10046\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/relevos-adas-pag-335.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-10046\" class=\"wp-image-10046 size-medium\" src=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/relevos-adas-pag-335-300x204.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/relevos-adas-pag-335-300x204.jpg 300w, https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/relevos-adas-pag-335.jpg 564w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-10046\" class=\"wp-caption-text\">Ilustra\u00e7\u00e3o mostrando nossos 3 tipos b\u00e1sicos de relevo, planalto, plan\u00edcies e depress\u00f5es. Escarpas s\u00e3o os declives que d\u00e3o fim aos planaltos. Imagem: Internet<\/p><\/div>\n<p>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O detalhamento foi t\u00e3o grande, gra\u00e7as a ajuda da tecnologia, que o Brasil ficou dividido em 28 unidades de relevo, sendo 11 planaltos, 11 depress\u00f5es e 6 plan\u00edcies.<\/p>\n<div id=\"attachment_10061\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/classificacao-de-jurandyr-ross.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-10061\" class=\"wp-image-10061 size-medium\" src=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/classificacao-de-jurandyr-ross-300x213.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"213\" srcset=\"https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/classificacao-de-jurandyr-ross-300x213.jpg 300w, https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/classificacao-de-jurandyr-ross-768x546.jpg 768w, https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/classificacao-de-jurandyr-ross.jpg 966w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-10061\" class=\"wp-caption-text\">Clique para ampliar. Mapa com as 28 unidades discriminadas por Jurandyr Ross em sua classifica\u00e7\u00e3o. Imagem: Internet<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na vis\u00e3o de Ross, professor titular da USP, os <strong>planaltos<\/strong> s\u00e3o regi\u00f5es acima de 300 metros, com predom\u00ednio da eros\u00e3o, contendo formas irregulares de relevo como serras, morros e chapadas. Est\u00e3o divididos em 4 grupos:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><b>Planalto em bacias sedimentares:<\/b>\u00a0Como o pr\u00f3prio nome j\u00e1 denuncia, s\u00e3o regi\u00f5es que, apesar de mais altas, s\u00e3o formadas por rochas sedimentares. Em resumo, eram mais baixas, receberam sedimentos e por movimentos da crosta se elevaram. Em sua zona de contato com as depress\u00f5es costumam apresentar\u00a0relevos escarpados caracterizados por frentes de <em><strong>cuestas\u00b9<\/strong><\/em>. \u00a0N\u00fameros 1, 2 e 3 na imagem.<\/li>\n<li><b>Planaltos em intrus\u00f5es e coberturas residuais de plataforma:\u00a0<\/b>S\u00e3o regi\u00f5es de rochas sedimentares que sobraram ap\u00f3s intensa eros\u00e3o sofrida por milh\u00f5es de anos. Em alguns locais podemos observar intrus\u00f5es gran\u00edticas e derramamentos vulc\u00e2nicos. Observando no mapa, percebemos que \u00e9 a sobra de algo maior que existia por ali e foi erodido. N\u00fameros 4, 5 e 6.<\/li>\n<li><b>\u00a0Planaltos dos cintur\u00f5es orog\u00eanicos: <\/b>S\u00e3o regi\u00f5es que se elevaram muito no passado, devido a choque entre placas (movimentos orogen\u00e9ticos), ocorridos no Pr\u00e9-cambriano (Eras mais antigas), chegando a bilh\u00f5es de anos tr\u00e1s. Por serem muito antigas, j\u00e1 foram bastante erodidas e n\u00e3o possuem mais a altimetria anterior. Ainda assim s\u00e3o locais com altitude alta para n\u00edveis brasileiros. N\u00fameros 7, 8 e 9.<\/li>\n<li><b>Planaltos em n\u00facleos cristalinos arqueados: <\/b>S\u00e3o regi\u00f5es tamb\u00e9m elevadas no passado, por\u00e9m em forma de ab\u00f3bodas e bastante desgastadas pela eros\u00e3o. N\u00fameros 10 e 11.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">As <strong>plan\u00edcies <\/strong>s\u00e3o regi\u00f5es relativamente planas com predom\u00ednio de sedimenta\u00e7\u00e3o e somam 6 no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 as<strong> depress\u00f5es,\u00a0<\/strong>uma novidade trazida por Ross, s\u00e3o regi\u00f5es\u00a0entre 100 e 500 metros de altitude, mais baixas que o seu entorno, onde predomina a eros\u00e3o, fazendo a conex\u00e3o entre os planaltos e as plan\u00edcies. As depress\u00f5es podem apresentar algumas eleva\u00e7\u00f5es residuais e s\u00e3o 11 no Brasil.<\/p>\n<div id=\"attachment_9975\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/planalto.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-9975\" class=\"wp-image-9975 size-medium\" src=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/planalto-300x153.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"153\" srcset=\"https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/planalto-300x153.jpg 300w, https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/planalto.jpg 696w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9975\" class=\"wp-caption-text\">Essa foto nos mostra a borda de uma chapada (relevo presente nos planaltos). Abaixo\u00a0est\u00e1 a depress\u00e3o, que se conecta a uma plan\u00edcie em seu ponto de menor altimetria. Planaltos e depress\u00f5es perdem sedimentos que chegam a plan\u00edcie. Imagem: Internet.<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Brasil tem Montanhas ?<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das grandes discuss\u00f5es dentro da Geografia\/Geomorfologia \u00e9 se no Brasil existem ou n\u00e3o montanhas. Os te\u00f3ricos se digladiam nesse assunto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A disputa\u00a0persiste por existirem diversas formas de se classificar uma eleva\u00e7\u00e3o como montanha. Alguns especialistas levam em considera\u00e7\u00e3o sua altitude somada a Era em que foi formada. Segundo eles, as montanhas s\u00e3o mais recentes, formadas na Era atual, chamada de Cenozoica, 65 milh\u00f5es de anos at\u00e9 hoje. Al\u00e9m disso, s\u00e3o regi\u00f5es ainda em processo de eleva\u00e7\u00e3o com mais de 3.000\u00a0metros de altitude. Nesse caso, n\u00e3o temos montanhas no Brasil, j\u00e1 que n\u00e3o existiram movimentos orogen\u00e9ticos elevando terras por aqui nos \u00faltimos milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<div id=\"attachment_10050\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Everest_kalapatthar_crop.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-10050\" class=\"wp-image-10050 size-medium\" src=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Everest_kalapatthar_crop-300x202.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"202\" srcset=\"https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Everest_kalapatthar_crop-300x202.jpg 300w, https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Everest_kalapatthar_crop-768x516.jpg 768w, https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Everest_kalapatthar_crop.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-10050\" class=\"wp-caption-text\">Everest, a mais alta montanha do mundo com 8.848 metros. Imagem: Internet<\/p><\/div>\n<p>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros autores classificam as montanhas de acordo com a altimetria em rela\u00e7\u00e3o a seu entorno. Na vis\u00e3o deste grupo s\u00e3o locais bem mais altos que a vizinhan\u00e7a, com bordas escarpadas, salientando ainda mais seu tamanho, com mais de 300 metros entre a sua base e seu pico. Em nosso pa\u00eds o\u00a0conselho nacional do meio ambiente (CONAMA) adota essa \u00a0defini\u00e7\u00e3o. Nesse caso, temos montanhas no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 uma discuss\u00e3o te\u00f3rica e que dificilmente ter\u00e1 um veredito final. Preferimos acreditar que o Brasil, por ter um relevo antigo, desgastado e abaixo dos 3.000 metros, \u00e9 um pa\u00eds sem montanhas. Nosso ponto mais alto \u00e9 o pico na Neblina com cerca de 2.994 metros.<\/p>\n<div id=\"attachment_10056\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/vista-cume-pico-neblina-539232bc051fc-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-10056\" class=\"wp-image-10056 size-medium\" src=\"https:\/\/clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/vista-cume-pico-neblina-539232bc051fc-1-300x204.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/vista-cume-pico-neblina-539232bc051fc-1-300x204.jpg 300w, https:\/\/www.clebinho.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/vista-cume-pico-neblina-539232bc051fc-1.jpg 380w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-10056\" class=\"wp-caption-text\">Pico da Neblina, o local de maior altitude do Brasil com cerca de \u00a02.994 metros. Imagem: Internet<\/p><\/div>\n<p>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Comparar os picos mais altos do Brasil com montanhas presentes em cordilheiras como os Alpes, Andes e o majestoso Himalaia n\u00e3o nos\u00a0parece algo\u00a0razo\u00e1vel, tanto na idade geol\u00f3gica quanto na altimetria. Mas, como mencionado antes, \u00e9 quest\u00e3o de quais par\u00e2metros est\u00e3o sendo utilizados para a classifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Espero ter aum<\/strong><\/span><strong><span style=\"color: #000000;\">entado seu conhecimento. Curta nossa p\u00e1gina<\/span><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pages\/Clebinho\/1551769148421187?ref=settings\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00a0no Facebook\u00a0<\/a><span style=\"color: #000000;\">e compartilhe nosso texto! Abra\u00e7o do Clebinho!<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>1 &#8211; Cuesta<\/strong>:\u00a0forma de relevo em que colinas e montes t\u00eam um declive\u00a0n\u00e3o sim\u00e9trico, ou seja, suave de um lado e \u00edngreme do outro. A palavra tem origem no\u00a0idioma espanhol\u00a0e significa\u00a0encosta\u00a0de uma colina ou monte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Publicado em 15.08.2017<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em nosso \u00faltimo texto abordamos as duas primeiras classifica\u00e7\u00f5es do relevo brasileiro, produzidas pelos professores Aroldo de Azevedo e Aziz Ab\u00b4Saber. Ainda est\u00e3o em uso, entretanto, uma classifica\u00e7\u00e3o mais moderna foi produzida, sendo atualmente a mais utilizada. 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